Higiene ocupacional.
Medir não basta. É preciso compreender a exposição.

Avaliações de agentes físicos, químicos e biológicos para dimensionar a exposição ocupacional e apoiar o planejamento de medidas preventivas.
Em higiene ocupacional, a qualidade da decisão depende de uma estratégia de avaliação compatível com a atividade e os agentes presentes. A escolha de métodos, trabalhadores ou grupos de exposição e duração de amostragens deve ser justificada antes de comparar resultados com os referenciais aplicáveis.
Converse sobre esta necessidade ↗Algumas necessidades pedem um escopo próprio.
O que avaliamos
na prática.
Ruído ocupacional
Avaliações de exposição a ruído contínuo ou intermitente por dosimetria, ou outros métodos aplicáveis, considerando tarefas, jornadas, condições de medição e critérios de interpretação. Os resultados podem subsidiar PGR, PCA e laudos específicos, conforme finalidade e exigências.
Calor ocupacional
Avaliação da sobrecarga térmica, incluindo IBUTG, quando aplicável. São analisadas as condições ambientais, a atividade desenvolvida e os critérios técnicos pertinentes, para apoiar medidas de controle, pausas e organização das atividades.
Vibração de mãos e braços e de corpo inteiro
Planejamento de medições conforme equipamentos, tarefas, tempo de exposição e metodologia aplicável. Os resultados podem orientar medidas de manutenção, escolha de equipamentos e controle da exposição.
Agentes químicos e biológicos
Identificação dos agentes e vias de exposição, análise preliminar e definição da necessidade de avaliação qualitativa ou quantitativa. Quando cabível, amostragem pessoal e estratégias de monitoramento são articuladas às informações do processo e às medidas existentes.
Ensaio de vedação de respiradores — Fit Test
Avaliação da adequação da vedação do respirador ao usuário, conforme método e tipo de peça facial utilizados. O ensaio é parte de uma gestão mais ampla de proteção respiratória e não substitui seleção correta do respirador, treinamento e manutenção.
PCA e PPR
Apoio técnico à elaboração e revisão de medidas de conservação auditiva e proteção respiratória, articulando resultados de exposição, seleção de controles, capacitação, registros e acompanhamento das ações.
Do levantamento à recomendação.
As entregas dependem da necessidade, do local e do escopo técnico formalizado.
- Plano e estratégia de avaliação definidos por agente e atividade
- Registros de medição e rastreabilidade metrológica conforme aplicável
- Análise técnica dos dados frente aos critérios selecionados
- Relatório com interpretação, limitações e recomendações
- Subsídios à gestão de riscos e aos programas de prevenção
Valores de referência e métodos dependem do agente, da finalidade da avaliação e da norma aplicável. Uma medição isolada não substitui a análise da exposição ocupacional.
