Entenda a diferença entre o processo de gestão e os documentos do programa — e por que um não substitui o outro.
GRO é processo. PGR é parte documentada.
O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais é o conjunto de práticas usado para identificar perigos, avaliar riscos, implementar controles e acompanhar os resultados. O PGR reúne a documentação prevista pela NR-1, incluindo inventário de riscos e plano de ação. São elementos relacionados, mas não sinônimos.
A avaliação precisa representar a atividade real.
Mapear perigos a partir de uma lista genérica pode deixar de fora mudanças de processo, tarefas de manutenção, atividades não rotineiras e interfaces entre equipes. O inventário deve registrar o que de fato foi avaliado, com critérios coerentes e informação suficiente para priorizar medidas.
A NR-1 tem nova redação em vigor desde maio de 2026.
O capítulo 1.5 revisado da NR-1 entrou em vigor em 26 de maio de 2026. Entre outros pontos, incorporou expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho ao gerenciamento de riscos. Essa abordagem exige olhar para a organização e as condições de trabalho, não atribuir diagnósticos médicos aos colaboradores.
Um plano de ação precisa de responsáveis e acompanhamento.
Medidas propostas devem ter critérios de prioridade, responsáveis definidos e acompanhamento do que foi implementado. Sempre que houver mudança de processo ou indícios de insuficiência dos controles, a avaliação pode precisar ser revista segundo os requisitos aplicáveis.
Referências oficiais consultadas
Conteúdo informativo preparado para prévia. Requer revisão técnica final antes da publicação e não substitui avaliação do caso concreto.

